quarta-feira, 21 de maio de 2008

Campanha mundial de plantio de árvores fixa meta de 7 bilhões

Uma campanha de incentivo ao plantio de árvores no mundo todo fixou nesta terça-feira (13) a meta de plantar 7 bilhões de mudas e sementes até o final de 2009, ou pouco mais de uma árvore para cada morador do planeta, com o intuito de ajudar a proteger o meio ambiente e a brecar as mudanças climáticas.

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep), organizador da campanha iniciada no final de 2006 com uma meta de plantar 1 bilhão de árvores até o final de 2007, disse que governos do mundo todo, empresas e várias pessoas já haviam elevado essa cifra para mais de 2 bilhões de unidades a meta anunciada na terça-feira, de mais 5 bilhões de árvores plantadas, deve ser atingida durante uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) na Dinamarca, no dia 30 de novembro de 2009, conferência essa que tem por objetivo selar um novo tratado internacional de longo prazo para combater as mudanças climáticas para além do Protocolo de Kyoto.

A campanha do Unep registra as promessas de plantio na internet, mas não verifica se todas as sementes ou mudas realmente foram plantadas ou sobreviveram.

"Alguns governos estaduais e nacionais organizaram as maiores campanhas de plantio. A Etiópia liderou a contagem, com 700 milhões de árvores, seguida pela Turquia (400 milhões), pelo México (250 milhões) e pelo Quênia (100 milhões)", afirmou Steiner.

Milhões de pessoas também participaram dos esforços, entre as quais estudantes e grupos religiosos.


Eduardo Vieira

http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=8347


domingo, 18 de maio de 2008

No vídeo de nossa ultima aula de sociologia podemos ver como deve ser realmente a produção, a distribuição e "reciclagem" dos produtos que usamos diariamente. Nele vimos que o governo esta mais preocupada com o bem estar das multinacionais do que do povo, que deveria ser a sua principal preocupação, e também vimos que as empresa estão mais preocupadas com o lucro do que com o meio ambiente apesar de que elas dizem o contrario. Não posso generalizar, pois temos empresas que realmente estão preocupadas com os danos que já causaram ou estão causando. Só espero que não seja tarde demais para que elas comecem a tratar o problema.

Yuri

sábado, 17 de maio de 2008

Campanha mundial de plantio de árvores fixa meta de 7 bilhões


O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep), organizou uma campanha no final de 2006 com meta de plantar 1 bilhão de árvores até o final de 2007. A surpresa foi que governos do mundo todo, empresas e várias pessoas já haviam plantado mais de 2 bilhões de unidades.
A nova meta anunciada na terça-feira em uma conferência na Dinamarca, é de plantar 7 bilhões de mudas e sementes até o final de 2009, ou pouco mais de uma árvore para cada morador do planeta, com o intuito de ajudar a proteger o meio ambiente e a brecar as mudanças climáticas.

Fonte: http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=8347

Postado por: Christian Darius

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Brasil e Índia são os primeiros em consciência ecológica e EUA, os piores

Brasileiros e indianos são os mais cuidadosos com o meio ambiente, demonstrando essa preocupação em seu estilo de vida, segundo uma lista elaborada com base em atitudes e hábitos de consumo em todo o mundo divulgada na quarta-feira (07/05) nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, os moradores de países em desenvolvimento são os mais preocupados com o impacto de seus estilos de vida no meio ambiente e seus hábitos de consumo refletem tais inquietações.

A maior consciência ecológica foi registrada no Brasil e na Índia, empatados no começo da lista com 60 pontos, seguidos de China (56,1), México (54,3), Hungria (53,2) e Rússia (52,4).

Dos consumidores de países ricos, os britânicos, alemães e australianos obtiveram 50,2 pontos; os espanhóis, 50,0 e os japoneses, 49,1.

Com 44,9 pontos, os americanos ficaram na lanterninha do Greendex( índice verde ), que os considerou os menos propensos a utilizar o transporte público, a bicicleta ou caminhar para seus traslados, além de serem os que consomem menos alimentos de produção local. Só 15% das pessoas ouvidas declararam que economizam o uso de água corrente.


Postado por Eduardo Vieira

http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=8250


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Amazônia oriental é o ponto mais vulnerável da fronteira


Dos 25 mil homens de que o Exército dispõe para defender a Amazônia de ameaças que vão do tráfico de drogas à cobiça internacional pelas nossas riquezas naturais, apenas 240 vigiam mais de 2 mil quilômetros de fronteira com as Guianas e o Suriname, na chamada Amazônia oriental. Destes, um contingente de 17 soldados tem a missão de proteger uma faixa de 1.385 quilômetros de fronteira seca no extremo norte do Pará. Se fossem distribuídos nesse território, caberia a cada homem a vigilância sobre 12.150 quilômetros quadrados, dez vezes a área da cidade do Rio de Janeiro.
A região é vista como o ponto fraco do sistema brasileiro de defesa e preocupa o chefe do Comando Militar da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira. "O contingente é muito pequeno. A distância entre dois pelotões passa de 400 quilômetros sem ligação por terra."
O general Heleno tem posições firmes sobre a questão da vigilância nas fronteiras. Na quarta-feira, em seminário no Clube Militar, no Rio, ele acabou se transformando em pivô de uma crise com o Palácio do Planalto. Disse que considera uma ameaça à soberania nacional a reserva contínua de 1,7 milhão de hectares da Raposa Serra do Sol, em Roraima, na região de fronteira, e chamou de "caótica" e "lamentável" a política indígena brasileira. Além disso, criticou o que chamou de "esquerda escocesa" - a que resolve os problemas do Brasil detrás de um copo de uísque. As declarações irritaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cobrou explicações e avisou que manterá a reserva tal como está.



Postado por Guilherme Felipe Poplade

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Lago glacia de transformou em cachoeira na Groenlândia

Por uma hora mais ou menos, a Groenlândia teve sua própria cachoeira, fluindo secretamente três vezes o volume de água das Cataratas do Niagara.

"Nós encontramos evidências claras de que lagos supraglaciais - as piscinas de água de degelo que se formam na superfície no verão - podem efetivamente provocar uma rachadura no gelo", disse Das.

Os pesquisadores concluíram que enquanto o derretimento de superfície tem um papel importante na dinâmica geral das camadas de gelo, ele tem menos efeito do que era esperado em geleiras que se desprendem e vão parar no oceano.

Postado por Eduardo Vieira

Espécies Ameaçadas : África do Sul decide sacrificar elefantes devido excesso de animais no país


A partir de 1º de maio, o Governo da África do Sul anunciou que retomará o sacrifício seletivo de elefantes para controlar o excesso desses animais, tão mal vistos neste país.
"Vamos permitir o sacrifício em algumas partes do país, sem visar lucro e sem intenção que se transforme em um massacre. ", afirmou o ministro do Meio Ambiente.
Os parques nacionais da África do Sul sofrem de uma superpopulação de elefantes que pôs em risco os ecossistemas pela voracidade dos mamíferos terrestres mais pesados, com um peso médio de seis toneladas.
Embora os elefantes figurem em quase todas as estampas da África Subsaaariana, na África do Sul os animais não são bem-vistos porque arrasam com a vegetação da área na qual vivem e são capazes de derrubar uma árvore para conseguir um galho apetitoso.
Na África do Sul há muito mais elefantes do que seu ecossistema pode permitir.
As autoridades fixaram também uma série de normas para controlar a caça de elefantes em parques nacionais e privados, assim como sua criação para ser domesticados ou ser empregados por safáris ou circos.
São muitos os parques privados na África do Sul abertos a caçadores profissionais ou amadores, em uma atividade que tem pouca regulação legal, apesar dos contínuos protestos das organizações defensoras dos animais.

Fonte: http://www.faunabrasil.com.br/sistema/modules/news/article.php?storyid=1706

Publicado por: Christian Darius